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Arquivo de 'flaunt'



“Eu só quero trabalhar, aprender e evoluir”, declara Ana de Armas em entrevista à Flaunt Magazine
postado por Ana de Armas Brasil

Confiram a entrevista e photoshoot de Ana para a revista americana Flaunt:

De onde vim?
“Eu venho de uma ilha chamada Cuba”, diz Armas, enquanto nos sentamos dentro dos estúdio Forge e esperamos a equipe de estilistas, fotógrafos e agentes decidirem o primeiro “look” do dia. Ela deixou o conforto de Havana em 2014, não em busca de mais dinheiro ou uma chance de uma “vida melhor”, ela viajou para Los Angeles para crescer como artista. “Deixar minha carreira e minha vida foi um grande risco, mas nunca me senti intimidada por desafios. Isso me excita”, ela conta. Sabia desde muito jovem que queria atuar, se matriculando na Escola Nacional de Teatro de Cuba quando tinha apenas 14 anos. “Os quatro anos que estudei na escola de teatro foram incrivelmente importantes na minha formação como atriz. Eles foram muito críticos quando me mostraram a disciplina necessária nessa profissão, o quão difícil é. Não é nada chique, e nem fácil.”

Ao fazer sua mudança para a América, de Armas não deixou apenas seus amigos e familiares: deixou uma carreira extremamente bem-sucedida na Espanha e aceitou que ela teria que começar de novo para conseguir deixar sua marca em Hollywood. “Eu nem falava inglês, não conhecia ninguém”, diz ela. A transição para a vida em L.A. teve seus desafios, mas de Armas é incrivelmente motivada. Onde outros desistiram, ela voou, e acredita que seu sucesso vem de sua capacidade de acreditar nela mesma, mesmo quando as coisas parecem impossíveis. “Eu estava – e ainda estou – fazendo tudo isso por mim. Se isso não funcionar e eu sentir que o tempo passou e eu não fiz as coisas que queria…”, diz ela com indiferença, “então vou voltar. Eu tento não me pressionar demais, mas ao mesmo tempo sou muito ambiciosa, e é por isso que tomo essas decisões. Eu só quero trabalhar, aprender e evoluir.”

Para onde vou?
Ao longo da nossa entrevista, posso dizer que o Armas é unica de mais maneiras que posso contar. Quando outros temem a mudança, ela a abraça e segue na direção que irá lhe trazer oportunidades para transformar. “Tudo o que aconteceu comigo não foi planejado”, diz ela. “Sinto que estou improvisando e quero manter assim. Porque sinto que assim ficarei surpresa o tempo todo. Não gosto de ter expectativas sobre qualquer coisa, porque a vida sempre irá provar para você que as coisas não vão acontecer do jeito que você espera”.

Por mais complicado que possa ser, Hollywood esta sendo gentil com ela. Ela está caminhando ao lado de Keanu Reeves (Knock Knock), Miles Teller e Todd Phillips (War Dogs), e agora com Ryan Gosling e Harrison Ford.

“Joi é, na verdade, um dos papéis mais desafiantes que eu tive como atriz até agora”, diz Armas. “Sua personagem é muito complexa. Ela é uma mulher muito forte; mas também é muito emotiva e alegre, como seu nome.” Este foi seu primeiro filme de ficção científica, o que ela diz ser “completamente insano” em termos de avanços na tecnologia e os enormes níveis de concentração, energia e horas que o filme exigiu, juntamente com muitas horas de conversa com o diretor Blade Runner 2049, Denis Villeneuve.

Ela compartilha comigo que, na maioria dos filmes em que ela esteve, desde a sua mudança para a América, percebeu que é uma das únicas mulheres no set, e em Blade Runner 2049 não foi diferente. “Às vezes pode ser um pouco intimidante”, me diz. “Pode sentir como se houvesse uma espécie de ‘boy’s club’ e que você é a única mulher lá. Mas neste caso, trabalhando com Denis e Ryan, me senti muito protegida e especial”, diz ela. “Mas, mesmo assim, ainda sinto falta dessa energia feminina e ter uma parceira comigo com o qual posso compartilhar qualquer coisa. Às vezes não parece natural, para ser sincera.”

Quanto tempo tenho?
Para a sorte de Armas, o clube dos meninos ficou um pouco menor no set de Three Seconds, que será lançado ano que vem. “Acabei de gravar esse filme com Andrea Di Stefano, Rosamund Pike, Clive Owen, Joel Kinnaman e Common, esse está a caminho. E então, mais no futuro. Eu não sei ‘quanto tempo tenho’ em Hollywood”, diz ela, um pouco perplexa, mas também intrigada pela questão. “Embora eu tenha atuado por mais de dez anos, ou mais do que isso, ainda sinto que não fiz muitas coisas que quero fazer. Ainda estou construindo e tentando coisas pela primeira vez. No futuro, provavelmente voltarei para a mesma ilha da qual eu vim, mas, enquanto isso, estou aqui apenas… flutuando.”

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

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