FOTOS E VÍDEO: Ana comemora a virada de ano com amigos

FOTOS E VÍDEO: Ana comemora a virada de ano com amigos

Sempre é bom começar o ano ao lado de pessoas que amamos, não é mesmo?! Ana de Armas e alguns amigos compartilharam fotos e até um vídeo da festa da virada. Veja tudo a seguir:

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Outros > Redes Sociais > Instagram (Ana_d_Armas)

Confiram também outras atualizações da atriz no aplicativo:

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“Muitas coisas em Cuba continuam escondidas e há muita censura”, Ana fala sobre sua carreira, vida pessoal e mais em entrevista à Yo Dona

“Muitas coisas em Cuba continuam escondidas e há muita censura”, Ana fala sobre sua carreira, vida pessoal e mais em entrevista à Yo Dona

Traduzimos uma antiga entrevista para a revista Yo Dona, leia o bate-papo completo:

Tem uma beleza notável, indiscutível. Ana de Armas (La Habana, Cuba, 1988) é tão bonita que acaba sendo impossível não se sentir um pouco perturbado. Não só isso, Ana tem um olhar claro e decidido, de uma mulher que da a impressão de que sempre soube o que queria e está disposta a conseguir. A mesma energia que a fez se mudar aos 18 anos de sua terra natal, Cuba, para enfrentar uma desconhecida Madrid e triunfar, e que a levou dois anos atrás até Los Angeles, onde gravou a nova comédia do diretor do sucesso de bilheteria ‘Se Beber Não Case’.

Há cubanos e cubanos, e há cubanas como Ana, uma mulher séria e consciente que gosta de fazer as coisas bem e as coisas não funcionam bem para ela por sorte. Porque ela não é mulher de confusão, mas sim de estudo, trabalho e esforço, e sua história também é uma história com muito glamour, melhor dizendo, de uma imigrante valente que sabe que é ela que tem que se esforçar para triunfar e se adaptar. A sua estrela já era grande e que vai crescer mais quando estrear ‘Exposed’, um thriller com Keanu Reeves, e a sequência de ‘Blade Runner’, superprodução que se atreve a recriar o universo de um dos filmes mais emblemáticos da história do cinema, no qual ela compartilha a tela com Jared Leto, Ryan Gosling e até mesmo Harrison Ford.

Acompanha de Elvis, seu inseparável cachorro maltês, vai para a Espanha, o país que foi sua casa durante oito ano e no qual duas séries, ‘El internado’ e ‘Hispania’, e o filme ‘Mentiras y gordas’ (2009) a fizeram uma celebridade supersônica, em uma visita relâmpago para promover ‘War Dogs’, no qual Ana contracena com estrelas como Jonah Hill. Lembra que estava em um supermercado quando deram a notícia que havia sido escolhida, e se pôs a gritar de alegria. No filme, inspirado em uma história real, interpreta a namorada do protagonista, um jovem que, por causa de uma série de perigos incríveis, acaba vendendo armas às tropas do Iraque e enganando o governo dos Estados Unidos.

YD: Seu nome filme, ‘War Dogs’, trata um tema tão atual como o contrabando. Você acredita que os Estados Unidos vão superar seus problemas com a violência?
ADA: É um problema que se arrasta há muitos anos e segue igual. Tem que se falar sobre, mas muita gente não quer porque é um negócio. Esta é uma história real e o mais terrível é que passou e continua passando. O governo dos Estados Unidos tem gente vendendo armas no Iraque e acredito que é bom que a gente saiba. Muitas coisas são descobertas e ficamos horrorizados.

YD: A mulher que interpreta é ingênua ou prefere não saber de nada?
ADA: Quando está há três anos com uma pessoa, pense se não há confiança e me diga. Ela está apaixonada por ele, têm um projeto de vida em comum e está esperando um filho. O mais grave em uma relação é que tenha mentira, porque o essencial é essa confiança mútua. Não creio que seja uma ingênua, penso que ela representa a maturidade, a maternidade, o lar. É a mais sã de todo o filme.

YD: De qualquer maneira a impressão que ele traz é que se meteu em uma grande confusão e não sabe como sair.
ADA: É um homem que se encontra em uma situação desesperada. Seu negócio de lençóis não funciona. O de massagista é um horror. Vive de uma maneira muito humilde e é logico que se sente frustrado, o dinheiro é fundamental. Mas o relacionamento vai bem. Ela precisa dele e está apaixonada. Além disso, aos 22 você pensa que tem tudo sob controle, mas na realidade tem muito que aprender. Não o justifico, é um idiota, mas mesmo numa situação ruim tenta fazer o melhor possível.

YD: Como se consegue um papel numa superprodução como esta?
ADA: É um longo processo de ‘castings’ com muitas audições. Meu nível de inglês não era o mesmo que agora e eu imaginava que atrizes muito boas também estavam sendo considerada, assim era muito fácil se sentir insegura. Você se pergunta se está fazendo o que querem, mas segue em frente. Neste tipo de filme tem muita gente que opina sobre seu papel e creio que o que me fez consegui-lo foi que Todd (Phillips, o diretor) viu essa figura materna em mim.

YD: Sente muita pressão em Hollywood?
ADA: Não é meu país, não é meu idioma, não é minha cultura. Tem muita competência e todos os atores que estão trabalhando nesse nível tem um grande talento. Sente esse peso querendo ou não. Me lembro que, quando me chamaram para dar o papel, estava em um supermercado com uma amiga e comecei a gritar e as pessoas ao meu redor me parabenizaram. Foi muito emocionante, porque era meu primeiro filme de estúdio. Senti que de verdade estava dando um passo, já que os filmes anteriores (‘Hands of Stone’ e ‘Knock Knock’) haviam sido independentes.

YD: Está na crista da onda. Como conseguiu?
ADA: Foi um processo gradual, pois comecei desde cedo, quando ninguém me conhecia. Pouco a pouco tem que se deixar ver: em oficinas, em reuniões e até mesmo bares. É muito difícil que diretores tão famosos como Todd Phillips se lembrem de você. No lugar onde filmamos, na Warner, cada estúdio tem uma placa onde se coloca os filmes que fizeram ali. Gravamos no mesmo estúdio que ‘Casablanca’ e isso tem uma força espetacular. Você se sente parte de uma história muito grande.

YD: Por que foi para Los Angeles?
ADA: Sempre tive a inquietude de fazer mais coisas e fico dois anos e me mudo. Não é que eu me canse, mas sentia que na Espanha os papeis que chegavam para mim não eram interessantes e que estavam fazendo muito poucos filmes. Jamais havia pensado nos Estados Unidos. Sou uma dessas poucas cubanas sem familiares no país e surgiu porque uma agência de representação muito potente se propôs a trabalhar comigo. Eu exijo das pessoas a minha volta e gosto também de exigir de mim. Se eles confiavam em mim, minha primeira obrigação era trabalhar em mim, melhorando o inglês.

YD: Como foi o choque com a cidade?
ADA: Cada vez me sinto mais integrada mesmo que no começo tenha sido muito difícil. Em Nova York vivi cinco meses em seguida fiz amigos, mas na Califórnia é muito mais complicado. As culturas tem que se dar tempo para se conhecer, enriquecer e se misturas. Você não pode chegar a um lugar e esperar que tudo funcione para você de repente. As cidades crescem em você à medida que vai vivendo elas e é você que tem que fazer o primeiro esforço para se adaptar.

YD: Os americanos são muito diferentes?
ADA: Muito. Os espanhóis tem essa coisa muito bruta, espontânea e fresca com a qual eu me identifico mais. Eles são muito perfeccionistas e mais quadrados, mesmo que quando ficam loucos, ficam loucos. Pouco a pouco vou entendendo suas reações, compreendo porque tem esse jeito ou postura, é uma questão cultural que tem a ver com sua história.

YD: O que foi mais difícil?
ADA: Há momentos complicados, mas nunca deve esquecer que, em primeiro lugar, ir foi sua decisão. Há atores que seguem falando inglês com muito sotaque e dizem se os querem bem, e se não, também. Eu não desejo colocar limites em mim mesma porque se não fala como uma americana talvez tenha sorte e há um personagem que se encaixa em você, mas assim vai perder muitas oportunidades. Foi questão de ir à escola, trabalhar com meu coach e aprender e aprender. Quando me diziam que faltava algo nos castings não ficava mal, mas sim como um estímulo para me motivar mais.

YD: Sente falta de Madrid?
ADA: Sim, muita. Sinto falta de Fer, Niko, Nydia, Elena…, tento manter contato todo tempo, para mim é muito importante.

YD: Como lida com a distância de seus pais?
ADA: É o mais difícil. Falamos todos os dias sendo por e-mail, Skype ou mensagens. O que mais me mantém centrada em Los Angeles, porque é uma cidade que torna fácil esquecer-se das coisas que são importantes de verdade na vida. Não vou a Cuba tanto como gostaria, mas esse contato emocional é fundamental.

YD: Cuba melhorou depois da visita de Obama?
ADA: É muito triste o que está acontecendo e estou muito preocupada. Não há trabalho, não há comida, não há dinheiro, não há sequer eletricidade. E segue havendo muitas coisas escondidas e há muita censura. Quando observa essas aberturas e essas mudanças vê que não estão levando na direção adequada para ajudar as pessoas.

YD: Alguém está no seu coração?
ADA: Só te direi que estou muito, muito feliz.

Fonte | Tradução – Larissa F.

Vanity Fair libera antiga entrevista de Ana de Armas

Vanity Fair libera antiga entrevista de Ana de Armas

Mais de dois anos depois, o site da revista Vanity Fair liberou uma entrevista realizada com Ana de Armas em meados de 2014. Leia o bate-papo e vejam as fotos que foram publicadas junto a matéria:

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Photoshoots > 2014 > Vanity Fair

Às vezes o mundo funciona, como dizia um anúncio de carros. E a biografia profissional de Ana de Armas (Cuba, 1988) avança com a mesma velocidade da melhor BMW. Essa jovem de rosto doce e com o olhar inquietante chegou a Los Angeles com a sorte ao seu lado. Em pouco mais de oito anos, deixou de ser uma adolescente cubana empenhada em ser atriz para começar contracenar com as estrelas mais importantes de Hollywood. Ana participou de Hands Of Stone, uma biografia sobre o boxeador panamenho Roberto Duran, ao lado de Robert de Niro, e do suspense Knock Knock, com Keanu Reeves.

Uma menina tão jovem pode sobreviver sobreviver a um sucesso tão brilhante?
Claro que pode. Embora eu tenha passado épocas muito difíceis e me sentido sozinha. Na verdade, eu vivo só. Se estou triste, se eu vou bem ou mais ou menos, se não tenho dinheiro, ou se perco alguém, eu mesma tenho que resolver.

Seus pais não puderam sair de Cuba?
Sim. Não é o problema de sair ou não, eu ainda vivo ali. Os momentos ruins me ajuda a ser realista. Como também a educação que eu recebi, a escola de teatro e todas essas coisas. No final você nunca pode esquecer de onde você vem.

O que você lembra da sua infância?
Meus pais eram universitários, muito trabalhadores e esforçados. Vivíamos sem luxos, com o básico, tínhamos o que comer diariamente e íamos à praia em alguns verões. Graças a honestidade de meus pais, sempre fui consciente, sabia o que podíamos ter e o que não podíamos. Eu e meu irmão saímos para rua e brincávamos como loucos. Eu vivia com os joelhos sangrando (risos). Tive muita liberdade.

De Armas sonhou em ser atriz aos 11 anos e aos 14 entrou para a Escola de Teatro de Havana. Seu início de carreira a preparou desde muito jovem para lidar com os perigos de sua profissão.

“Em meu primeiro filme [La rosa de Francia, de Manuel Gutierrez Aragón] eu tinha 16 anos e me apaixonei por várias pessoas. Agora nas gravações eu sei o que vai acontecer comigo. Mas agora estou ciente de que isso é uma bolha que me envolve por apenas 2 meses.”

De Armas não sabe falar apenas com a voz, mas também com as mãos. Toca a seus interlocutores com desenvoltura Caribenha. Parece frágil, mas ao mesmo tempo valente, ingênua e absolutamente decidida.

Você já teve uma relação sentimental com algum ator…
Não, eu com algum ator, não. Bom, não vá tão rápido. Você me verá que eu sempre acabo com um! Olha, eu lembro que um diretor, não me lembro seu nome, mas com quem tive uma relação mais próxima, teve alguém da sua equipe disse para sua esposa: “Você não se incomoda com a maneira que ele fala com Ana? Eles estão caminhando sozinhos”. E ela contestou: “Agora é a hora que você pode se apaixonar”. Quando eu ouvi isso, eu disse: “Meu Deus, você tem uma mulher perfeita, nunca a deixe”. Para o diretor amar seu filme, ele tem que se apaixonar pela equipe inteira.

Uma vez Keanu Reeves me disse: “Não podemos salvar vidar, mas nosso personagem pode comover tanto que pode se transformar em uma pessoa”. E eu creio que saiu daí essa necessidade de atuar. É como se fosse algo que surgisse junto com o nosso nascimento.

— E nasceu?
— Sim. — retruca — Se fico muito tempo sem atuar, fico triste.

Dizem que os melhores atores são muito tímidos.
É consequência dá profissão. Estamos tão expostos que, se nós sentimos que estamos sendo observados, nós recuamos. Mas não somos mais tímidos que outras pessoas em situações similares.

A verdade é que não. Ana não é nada tímida.

Era boa a escola de teatro em Havana?
Muito boa, sim. – disse quase em um sussurro, como se quisesse enfatizar sua opinião –.

Você viaja muito para cuba?
Menos do que eu gostaria, uma vez por ano, por meus pais e amigos.

E o regime cubano…?
Falar sobre essa situação é algo muito recorrente em muitas das conversas que eu tenho. É impossível defini-lo em poucas palavras. O que acontece na ilha, é bom e ruim… Tenho sim sentimentos perdidos. Eu amo meu país, minhas raízes, minha cultura e estou orgulhosa de ser cubana.

Sua brilhante trajetória profissional contrasta com os acidentes de sua vida sentimental. Mesmo sendo jovem, De Armas já se divorciou. Seu casamento com o ator Marc Clotet durou um pouco mais de um ano. No entanto, seu atual parceiro é o roteirista e diretor David Victori, mas seu companheiro mais fiel é Elvis, um pequeno peludo Maltês, com quem viaja por todas as partes. De Armas foi para Madrid sozinha, com um passaporte válido, por ser descendente de espanhóis por linha materna.

“Na minha casa eu sempre falava da Espanha e tinha um passaporte vermelho guardado em uma caixa.”

Nada mais a se fazer com sua maioridade, ela guardou todas suas economias e contra os desejos de sua família, que a aconselhavam a terminar a escola, Ana comprou uma passagem de avião.

E naquele momento, o dinheiro que eu tinha guardado era muito, porque eu já tinha feito três filmes enquanto eu estudava. Uma parte eu dei aos meus pais e a outra parte eu tinha guardado pra mim.

De quanto dinheiro estamos falando?
Duzentos euros!

E era muito dinheiro para você?
Para um comprar um par de botas (risos).

Botas, como as que ela usa durante a entrevista, um par pequenos até as canelas que deixam suas pernas mais longas e que cruza e descruza durante a conversa.

Como foi sua chegada a Madrid?
Não conhecia nada. Apenas uns amigos de amigos de outros amigos, que eu não conhecia, mas que me alojaram em sua casa.

Para ter assunto para conversar, De Armas assistiu todos os filmes de Almodóvar. Mas não precisou. Com a ajuda de seus representantes (que conheciam seus filmes cubanos), conseguiu um papel na série de TV El internado. Allianz contracenou com Martim Rivas, outra estrela com que protagoniza em sua estreia mais recente, Por um Punhado de Besos, de David Menkes.

Oito anos depois daquela famosa série, a hora de deixar sua vida entre Madrid e Barcelona, chegou. Ana teve que ir para Hollywood sem que tivesse tempo para ter visitado seus avós e primos.

“A maior parte dos atores vão para Los Angeles em busca de agentes e trabalhos. No meu foi ao contrário. O trabalho me levou para ali. O diretor Jonathan Jakubowicz buscava a mulher panamenha de Duran, ele me viu em um filme e entrou em contato com meu representante e perguntou se eu poderia ir para lá. “Claro que eu posso!!! Amanhã mesmo estou aí’.”

O Estados Unidos conheceu esse jovem diretor venezolano obcecado em fazer uma biografia sobre o lendário boxeador Roberto Duran, aliás “Mãos de Pedra”. É o encontro foi, um pouco, peculiar.

“Eu não havia cruzado o oceano apenas para conhece-lo, mas sim para fazer uma audição. Insisti tanto que eu fiz uma prova improvisada. Voltei para a Espanha e cinco meses mais tarde, quando eu achava que o filme tinha sido cancelado ou que haviam contratado outra, ele me chamou para realizar uma verdadeira audição junto com o ator principal. Fiquei dias fazendo testes em Los Angeles e na manhã que eu voltaria para a Espanha, Jonathan veio ao meu hotel e me disse:’Bem vinda à equipe'”

Um ano e meio depois, em Nova Iorque, conheci toda a equipe, incluindo Robert De Niro, John Turturro e Ellen Barkin, assim como ator espanhol Óscar Jaenada.

Trabalhar com estrelas não te intimida?
A princípio um pouco, quero atingir as expectativas. Mas quando gritam “ação”, somos todos iguais. Não julgamos uns aos outros. Suponhamos que cada um é mais adequado para representar seu papel.

Você acessa sites que falam sobre celebridades?
Sim, é difícil não acessar (risos).

Quem não trabalha para a ‘indústria’ em Los Angeles?

Apesar de seu ar de lolita, De Armas cresceu. Posa por horas sem queixar das indicações do fotógrafo. Se dispôs a ser maquiada, propõe alterações naturalmente, e responde a entrevista sem olhar no relógio. De longe, parece uma garota normal. De perto, o olhar dela intimida; e na tela, torna-se muito fotogênica.

Como conseguiu aquele papel no filme de Manuel Gutiérrez Aragón, Uma Rosa de Francia?
Estava estudando na escola de teatro e me disseram que ele estava na escola. Me apresentei no teste de elenco e na mesma hora Manuel disse: “Pare aí, não continue. O papel é seu”.

Simples assim, claro. Que pergunta boba.

Fonte | Tradução – Yasmim

“Hands of Stone” é adicionado no catálogo da Netflix

“Hands of Stone” é adicionado no catálogo da Netflix

Hands of Stone (Mãos de Pedra) foi adicionado no catálogo da Netflix Brasil. Quem ainda não assistiu, vale a pena conferir!

Mãos de Pedra – 2016

Com a ajuda de uma lenda do boxe, Roberto Durán supera uma vida de privações e se torna um dos maiores pugilistas de todos os tempos.

Glamour US: Conheça Ana de Armas – a beleza cubana que está em ascensão

Glamour US: Conheça Ana de Armas – a beleza cubana que está em ascensão

Começando o Ano com o pé direito! Ana de Armas estará na edição de janeiro da revista Glamour US. Leia a tradução da matéria:

Conheça Ana de Armas

A beleza cubana que está em ascensão.

Idade: 28. Cidade Natal: Santa Cruz del Norte, Cuba.

Crescendo: “Minhas memórias de infância são incríveis, sempre tive liberdade em todos os sentidos.”

Carimbo do sucesso: Depois de frequentar a Escola Nacional de Teatro de Cuba, Ana participou de três produções cubanas-espanholas. “Eu tinha um passaporte duplo porque meus avós eram espanhóis – foi a única maneira que encontrei para escapar.”

Primeiro passo: o diretor Jonathan Jakubowicz escolheu Ana para fazer a namorada de Roberto Durán (Édgar Ramirez) em Hands of Stone.

Mudando para Los Angeles: “Foi difícil, eu tinha uma carreira na Espanha e você tem que abandonar seu ego, eu era uma ‘ninguém’ novamente.”

Desconhecida nunca mais: Veja ela na comédia War Dogs. “Parece que eu só faço esposas e namoradas, mas elas não esperam em casa, eu visto as calças.”

Next up: O Blade Runner reiniciar, estrelado por Harrison Ford e Ryan Gosling. “É difícil explicar aos meus pais o que está acontecendo, você não pode comparar Hollywood com Cuba, eu nem sabia que podia sonhar com isso”.

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

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Primeira imagem promocional de Ana em “Blade Runner 2049”

Primeira imagem promocional de Ana em “Blade Runner 2049”

A primeira imagem promocional de Joi, personagem de Ana de Armas, em “Blade Runner 2049” foi liberada na edição de dezembro da revista Entertainment Weekly. Confira em primeira mão:

Denis Villeneuve não pegou leve em Blade Runner 2049. A indústria agora vê com bons olhos, o cenário político pede e a aguardada sequência de Blade Runner, o Caçador de Andróides foi produzida com o “rated r” na mira. Em alta nos últimos meses, a classificação indicativa que impede que menores de 17 anos vejam o filme desacompanhados nos EUA não atrapalhou (e talvez até tenha ajudado) o sucesso de Deadpool e será adotada por Logan e possivelmente X-Force.

“Os produtores acham engraçado me lembrar que esse será um dos mais caros filmes independentes proibido para menores já feito”, disse Villeneuve ao Screen Daily. O “rated r” tradicionalmente corresponde ao “não recomendado para menores de 16 anos” no Brasil, classificação que outros filmes do diretor, como Sicario e Os Suspeitos, receberam. Blade Runner, o Caçador de Andróides é recomendado para maiores de 14 anos.

Denis, que finalizou as gravações em novembro e no momento edita a ficção científica em Los Angeles, revelou na mesma entrevista que evitou ao máximo o famoso CGI, assim como já havia feito em A Chegada.

“Posso contar nos dedos a quantidade de vezes que colocamos tela verde no set. A maior parte do filme foi feita na câmera, eu e Roger Deakins [diretor de fotografia] trabalhamos muito para isso. […] CGI é uma ferramenta útil para fundos, mas o que está ao redor dos atores precisa ser o mais real possível. Quando vejo um filme com muito CGI acabo perdendo a conexão.”

O diretor também se disse “condenado” ao gênero e já tem planos para os próximos projetos: “Amo ficção científica. Tenho mais duas ideias que adoraria executar. E Blade Runner pode continuar… Vamos ver como esse se sairá.”. Pelo frisson causado pelo teaser, o sucesso e a sequência estão mais que garantidos.

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Filmes > Blade Runner 2049 > Imagens promocionais

Via: Adorocinema

BLADE RUNNER 2049: Sinopse e primeiro teaser do filme

BLADE RUNNER 2049: Sinopse e primeiro teaser do filme

Muitas novidades sobre Blade Runner 2049! A sinopse, trailer (infelizmente a personagem de Ana não aparece) e data de estréia – 06 de Outubro de 2017 – do filme foram divulgados. Veja:

  • 30 anos após os eventos do primeiro filme, um novo Blade Runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-blade runner que está desaparecido há três décadas.

Via: Omelete

Isabel Bloor compartilha foto de Ana nos bastidores de “Blade Runner 2049”

Isabel Bloor compartilha foto de Ana nos bastidores de “Blade Runner 2049”

Isabel Bloor, cabeleireira e figurinista, compartilhou uma selfie de Ana durante as gravações de “Blade Runner 2049”. Clique nas miniaturas para conferir a imagem:

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Filmes > Blade Runner 2049 > Bastidores

Ana finaliza as gravações de “Blade Runner 2049”

Ana finaliza as gravações de “Blade Runner 2049”

Após ficar mais de um mês em Budapeste gravando a sequência de “Blade Runner”, Ana de Armas atualizou seu instagram com uma mensagem de despedida. Confira a foto e a descrição traduzida:

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OUTROS > REDES SOCIAIS > INSTAGRAM

“E é isso, pessoal. E é com o coração pesado que eu digo adeus. Graças à incrível e talentosa equipe/elenco tive a chance de trabalhar no filme mais incrível que já fiz. Sentirei saudades de vocês!!! Obrigado Denis, por este belo presente. Eu te adoro! #BladeRunner2049 ❤️❤️❤️”
Vejam também outras atualizações da atriz:

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Ana publica novas fotos e vídeos ao lado de suas amigas

Ana publica novas fotos e vídeos ao lado de suas amigas

Após ficar alguns dias sumida, Ana atualizou seu instagram com várias fotos e vídeos. Vejam abaixo:

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