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Archive from 'Notícias'



01.15

É mais novidades que vocês queriam? Então tomem! Um dia após a divulgação do trailer de “The Night Clerk” (outro projeto de Ana de Armas), a prévia de “Sergio” foi liberada! Assista no player abaixo:

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SERGIO > PÔSTERS

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SERGIO > SCREENCAPS – TRAILER

01.15

Após meses aguardando uma novidade sobre esse projeto, nossa espera finalmente acabou! Hoje foram divulgadas diversos conteúdos inéditos de “The Night Clerk” – como trailer, pôsters e imagens promocionais.

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THE NIGHT CLERK > PÔSTERS

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THE NIGHT CLERK > STILLS

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THE NIGHT CLERK > SCREENCAPS – TRAILER

01.05

Conforme publicamos aqui, Ana recebeu uma indicação no Golden Globes 2020 por sua performance em “Knives Out”, infelizmente a atriz não levou o prêmio para casa, mas compareceu a até apresentou um clipe do filme durante a premiação. Vejam tudo que rolou no evento:

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EVENTOS > 2020 > 05.01 | 77TH ANNUAL GOLDEN GLOBE AWARDS

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EVENTOS > 2020 > 05.01 | 77TH ANNUAL GOLDEN GLOBE AWARDS

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EVENTOS > 2020 > 05.01 | 77TH ANNUAL GOLDEN GLOBE AWARDS


(mais…)

12.10

Icônica! Ana de Armas foi uma das indicadas ao Golden Globes na categoria “melhor atriz de musical ou comédia”, pela interpretação de Marta Cabrera no filme Knives Out – que também foi indicado ao prêmio como “melhor filme cômico ou musical”.

Os Prêmios Globo de Ouro são premiações entregues anualmente aos melhores profissionais do cinema e da televisão dentro e fora dos Estados Unidos.

Ana fez uma publicação em seu Instagram, na qual agradeceu a nominação e parabenizou toda a equipe de Knives Out:

“Muito obrigado #HFPA por esta honra, ainda parece um sonho! Parabéns Daniel, @riancjohnson e todo o elenco de @knivesout! 🥂🎉 ♥ ️✨”

11.22

Ana de Armas está atrapalhada com um pacote de açúcar e falando sobre sua agenda alucinante em uma tarde em Los Angeles, quando seus já enormes olhos amendoados se arregalam ainda mais.

“Eu tenho abacate no meu rosto?” Ela pergunta um pouco nervosa. A atriz de 31 anos nascida em Cuba vem se sentindo um pouco cansada ultimamente. “Tem sido difícil encontrar tempo para comer, e muito menos me olhar no espelho.”

De Armas deixou o set em Nova Orleans da adaptação de Deep Water, de Adrian Lyne e Patricia Highsmith, na noite anterior para assistir à estréia de Knives Out, de Rian Johnson, que estreia no Thanksgiving. Foi uma breve pausa; Após alguns dias de entrevistas, De Armas voou de volta para continuar gravando.

E tem sido assim há alguns anos. Ela filmou não apenas “Knives Out”, mas o próximo James Bond, “No Time To Die”, o filme de Marilyn Monroe, “Blonde” (ela interpreta ninguém menos que a própria Norma Jeane), e um filme sobre o falecido diplomata das Nações Unidas, Sergio Vieira de Mello.

Na verdade, ela estava ansiosa por uma folga quando “Knives Out” apareceu no final da filmagem cansativa de três meses de “Sergio” na Tailândia. E a descrição que ela recebeu não era exatamente atraente.

“Recebi este e-mail dizendo: ‘Enfermeira, latina, bonita e essa é a cena'”, lembrou. “E eu fiquei tipo ‘Você está brincando comigo? Não sei do que se trata. Essa pequena descrição não diz nada para mim, não fala comigo.”

De Armas sabia que Johnson havia escrito e dirigia o filme e que uma grande estrela, Daniel Craig, estava confirmado no elenco. Ela também é super-protetora com sua carreira e precisava saber mais antes mesmo de concordar em fazer o teste. Embora ela fale naturalmente com sotaque, ela trabalhou duro para provar que é capaz de interpretar personagens fora de sua etnia e incentiva sua equipe a mandá-la para audições para tudo.

Essa determinação e falta de vontade de se estabelecer a levaram aonde ela está: à beira do estrelato. Depois de frequentar a escola de teatro em Havana, ela se mudou para Madri com $300 (economizados) para tentar algo maior. Era uma quantia que ela supôs que a ajudaria a sobreviver por alguns meses (talvez em Cuba), mas ela rapidamente descobriu o contrário. Ainda assim, De Armas encontrou um caminho e começou a conseguir papéis na televisão e no cinema. Depois de 8 anos lá, ela estava pronta para seguir em frente e experimentar Hollywood, mesmo sabendo pouco inglês.

Ela queria ter era um agente e gerente, e conseguiu graças ao seu co-star de “Hands of Stone”, Edgar Ramirez, que a apresentou à sua equipe. Quando ela chegou a Los Angeles, onde ela e um amigo alugaram um quarto de solteiro e dividiram uma cama, De Armas se matriculou em aulas de inglês, mas também disse aos agentes que não queria esperar. Ela queria começar a fazer audições.

“Estava claro que o motivo de eu estar aqui não era me formar em inglês”, disse ela. “Eu os forcei a me enviar para audições e reuniões, mesmo que eu não conseguisse entender metade das coisas.”

Parada do lado de fora da agência da CAA, a produtora Colleen Camp a viu e começou a tirar fotos e gritar sobre como ela tinha que conhecer Eli Roth imediatamente. Eles estavam escalando para o thriller “Knock Knock” com Keanu Reeves, mas De Armas estava literalmente a caminho do aeroporto. Ela conseguiu encontrar Roth, com suas malas na mão e ainda pegar o voo. Eles fecharam o acordo no dia seguinte.

“Meu agente disse: ‘Preciso levá-lo para almoçar com mais frequência'”, disse de Armas, rindo. Ainda um pouco insegura com o inglês, ela passou pela sessão pronunciando suas falas foneticamente.

“Knock Knock” abriu as portas para outras oportunidades. Ela conseguiu um papel em “War Dogs” de Todd Phillips e, em seguida, “Blade Runner 2049” como o par romântico de Ryan Gosling. Esse foi um dos motivos pelo qual Andrew Dominik pensou nela para interpretar Marilyn Monroe.

De Armas sabe que é exigente com sua equipe. Ela teve que lutar pelo acesso ao roteiro bem guardado de “Knives Out”, mas depois que ela leu, percebeu que precisava fazê-lo. Ela voou da Tailândia para Boston para fazer o teste de Johnson, que havia lançado uma grande rede para o papel de Marta.

“A primeira coisa que fiz foi pesquisar Ana no Google, e, claro, todas essas fotos loucas e glamorosas dela apareceram e pareciam exatamente o oposto do que eu imaginava para o personagem. Mas então eu a conheci e sabia que ela era a pessoa certa”, disse Johnson. “Ela tem aqueles olhos de Audrey Hepburn e você fica instantaneamente do lado dela quando os vê pela câmera.”

De Armas voou de volta para Los Angeles, pegou seu cachorro e algumas roupas de inverno e, dentro de cinco dias, estava na Nova Inglaterra filmando “Knives Out” e se sentindo um pouco intimidada como foco do filme ao lado de todas as mega-estrelas.

Na primeira cena em que uma enfermeira imigrante pediu indagações sobre a misteriosa morte do rico patriarca que ela cuidava, ela percebeu que estava tremendo. Curtis, que desde então se tornou amiga e mentora de De Armas, chegou a ela entre as tomadas e a levou nos ombros.

“Ela chegou tão perto do meu rosto e disse: ‘Você tem os olhos mais expressivos que já vi. Você vai ficar bem'”, disse Armas. “Ela me deu aquele pequeno empurrão que eu precisava para relaxar.”

De Armas não sabia disso na época, mas ela estaria trabalhando novamente com Craig em uma grande franquia: James Bond. Mas mais uma vez, De Armas não ia apenas dizer sim porque era Bond. Ela precisava saber mais sobre sua personagem.

Phoebe Waller-Bridge, de Fleabag, escreveu suas cenas e De Armas ficou animada ao descobrir que Paloma não era a garota Bond “perfeita”, mas “bagunçada e meio louca”. “Eu pensei: ‘Acho que posso ser essa mulher'”, disse ela.

De Armas não tem um plano específico para o seu futuro no cinema, mas gosta de um desafio (estudou e trabalhou com um treinador de dialeto por um ano para se preparar para “Blonde”) e adora trabalhar com diretores interessantes, como Johnson, Dominik e Cary Fukunaga. Quanto a saber se tem algum tempo de inatividade na agenda, ela apenas ri. “2020 é o ano para as minhas férias”, declara ela.

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

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PHOTOSHOOTS > 2019 > THE ASSOCIATED PRESS

11.22

Em recente entrevista ao site Inquirer, o co-star de Ana de Armas em “Knives Out” e “No Time to Die”, Daniel Craig, comentou sobre a atriz. Leia o trecho traduzido abaixo:

Em seu novo filme, o divertido e brilhante mistério do escritor e diretor Rian Johnson, “Knives Out”, Daniel se reúne com sua nova Bond Girl, Ana de Armas. Ele e Ana fazem parte de um elenco estelar e talentoso: Chris Evans, Jamie Lee Curtis, Michael Shannon, Don Johnson, Toni Collette, LaKeith Stansfield e Christopher Plummer.

O drama cheio de reviravoltas segue um detetive enquanto ele investiga a morte de um patriarca de um clã excêntrico.

Ele contou: “Eu vi Ana em ‘Blade Runner 2049’. Como a maioria das pessoas, fiquei (suspiros) ‘quem é essa?’. Ela ilumina a tela, ela consegue isso. Sem Ana e sua performance neste filme (Knives Out), acredito que não teríamos um filme tão bom.”

“As cenas dela e Christopher Plummer, eu choro quando as assisto. Eles são tão comoventes e tocantes. Eles são centrais para o filme. A realidade do filme está com ela e, como eu disse, ela é a pessoa mais inteligente lá.”

“Quando estávamos trabalhando no filme de Bond e tivemos uma cena em Cuba, eu estava sentado com Cary Fukunaga. Ele me questionou: ‘Você conhece Ana de Armas?’, Eu disse: ‘Sim, eu a conheço. Eu trabalhei com ela. Cary disse: ‘Quero incluí-la nesta parte.’ Eu fiquei tipo: ‘Você tem meu voto’. E assim isso aconteceu.”

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

11.18

Ana de Armas e Lashana Lynch são os destaques da nova edição da revista The Hollywood Reporter, onde falaram sobre seus papeis em No Time to Die, novo filme da franquia 007. Confiram a matéria traduzida, fotos e vídeos abaixo:

Em Londres, com as atrizes de ‘No Time to Die’, parte da lista de talentos da nova geração da The Hollywood Reporter, elas se abrem ao trazer James Bond na era do #MeToo: “Há uma evolução.”

Quando Ana de Armas chegou pela primeira vez no Pinewood Studios de Londres para filmar No Time to Die, a 25ª instalação da franquia James Bond, ela estava um pouco deslumbrada — apesar de não estar quando apresentada ao protagonista Daniel Craig. Aconteceu quando ela estava indo a uma reunião com o diretor Cary Joji Fukunaga, que estava conversando com Phoebe Waller-Bridge, a criadora britânica de Fleabag e Killing Eve que foi contratada para trazer uma nova perspectiva feminina (e algum humor) para o roteiro do filme.

“Eu vi Phoebe, e eu apenas corei — eu fique vermelha como um tomate,” diz de Armas, 31. “Eu estava tipo, ‘Ai meu Deus, posso te abraçar? Eu quero ser sua amiga.'”

Nunca isso foi tão crítico para um filme Bond. Quando for lançado em 10 de abril, No Time to Die com orçamento de 250 milhões de dólares vai ser a primeira entrada da série num mundo de #MeToo e Time’s Up. E enquanto a franquia de $7 bilhões talvez seja pra sempre mais lembrada pelo agente mulherengo que carrega o nome da franquia, o diretor Fukunaga (True Detective, Beasts of No Nation) e produtora Barbara Broccoli trabalharam duro com Lynch e de Armas para criar um novo tipo de personagem feminino para Bond que são mais completamente realizadas que as “Bond girls” dos filmes anteriores.

“É bastante óbvio que há uma evolução no fato que Lashana é uma das personagens principais no filme e ‘veste as calças’ — literalmente. Eu uso o vestido. Ela ‘veste as calças’,” diz de Armas, encolhida em uma cadeira no lobby do Charlotte Street Hotel em Londres.

Ela e Lynch, conversando sobre suas trajetórias de carreira para a edição anual da Nova Geração do THR, estão ambas no meio do seu ano de revelação. Em adição a Bond, de Armas interpreta a protagonista em Knives Out de Rian Johnson (27 de novembro) e irá interpretar Marilyn Monroe em Blonde da Netflix, previsto para 2020.

Agora elas estão a uma semana de terminar as gravações que demoraram épicos seis meses de Bond, e ambas estão exaustas. De Armas coloca dois pacotes de açúcar em seu café. “Eu uso muito acúcar,” diz a atriz Cubana-Espanhola pedindo desculpas ao abrir outro pacote. “Eu geralmente coloco leite condensado nele — nós chamamos de café bon-bon.”

Bond girls tem uma história complicada. Por décadas, elas tiveram a reputação de ser um colírio para os olhos, serem seduzidas por Bond e então descartadas. Em Goldfinger de 1964, Pussy Galore (Honor Blackman) diz repetidamente que não está interessada, mas Bond a joga no chão e a beija; em From Russia With Love (1963), Bond tenta arrancar uma confissão de Tatiana Romanova (Daniela Bianchi); e em Diamonds Are Forever de 1971, Bond tira o top do bikini de Marie (Denise Perrier) e a estrangula com ele. Filmes recentes tem trago personagens femininas mais completamente realizadas à série, incluindo M de Judi Dench, Moneypenny de Naomie Harris e Madeleine Swann de Léa Seydoux, as duas últimas citadas retornando em No Time to Die. Ainda assim, ambas de Armas e Lynch pausaram antes de assinar contrato.

“[As mulheres] foram sexualizadas anteriormente, eram um esteriótipo, o tipo de mulher que sempre vai estar em perigo e esperando para ser resgatada por Bond,” diz de Armas.
De Armas nota que trabalhou duro para evitar ter papéis estereotipados. Depois de cursar na Escola de Teatro Nacional de Cuba, ela se mudou para Espanha com 18. “Literalmente duas semanas depois que me mudei, eu fui elencada como uma das protagonistas de uma nova série televisiva que se tornou tipo a série televisiva de mais sucesso pelos próximos três anos,” ela diz sobre El Internado, um drama que se passa num internato. Mas após alguns anos em Madrid, ela se sentiu ultrapassada — ela tinha 22 interpretando papéis de 16. Ela se mudou para Los Angeles, onde seu colega de trabalho em Hands of Stone, Édgar Ramírez a apresentou para seu agente.

O problema era, ela não falava Inglês. Ela se encontrou no CAA, sentada com “uma equipe inteira que eu realmente não conseguia me comunicar,” ela diz. Ela ainda conseguiu um grande filme de terror, Knock Knock com Keanu Reeves, sem falar a língua. “Eu aprendi foneticamente,” ela diz. “Eu não tinha certeza do que eu estava dizendo.” Ela rapidamente se matriculou em aulas de Inglês e, assim que conseguia falar algumas palavras, ligou para sua equipe com um mandato — ela não queria ir atrás de papéis específicos para Latinos: “Eu disse, ‘Eu não quero fazer audições para Maria, Juana e Lola e todas essas coisas. Eu quero fazer audições para as mesmas partes que todos estão fazendo audições.'”

Ela conseguiu papel em War Dogs com Miles Teller e Jonah Hill e Overdrive com Scott Eastwood. O papel em Blade Runner 2049 de 2017 como interesse amoroso de Ryan Gosling deveria ter sido sua revelação, mas o filme teve um desempenho abaixo do esperado. “Eu acho que fiquei em casa fazendo nada por quase um ano literalmente,” ela diz. O pagamento pelo menos permitiu que ela comprasse sua primeira ostentação, uma casa em Cuba, que ela ainda visita regularmente.

Quando os agentes falaram pra ela sobre um papel em Knives Out, uma comédia de mistério de Johnson, ela ficou desencorajada com a descrição “cuidadora, bonita e latina” e decidiu passar até de fazer a audição. “Eu fiquei tipo, ‘Latina de novo, sério? Não! Não vou fazer isso.'” Ela apenas concordou em fazer parte quando eles a enviaram o script e ela percebeu que o papel era o coração do filme, a bondosa cuidadora com segredos próprios que é levada no meio de um drama familiar. “Ela obviamente tem tremendas habilidades como atriz ,” diz Johnson, que a elencou, “mas aqueles olhos, cara, você apenas olha para aqueles olhos e imediatamente está do lado dela.” (O filme contém seu colega de elenco de Bond, Craig, como também Toni Collette, Chris Evans e Michael Shannon).

Foi a produtora de Bond, Broccoli, que revisou a franquia com seu meio-irmão Michael G. Wilson desde 1995, que pensou em de Armas para No Time to Die. As duas se conheceram cinco anos atrás, quando de Armas, ainda nova em L.A., foi levada à Soho House pela produtora de Knock Knock, Colleen Camp. Ela apresentou a atriz à Broccoli, que estava lá com Sam Mendes de Spectre. “Nós nos encontramos brevemente porque eu não conseguia dizer nada [em Inglês],” diz de Armas. “Mas eu acho que Barbara nunca esqueceu aquele encontro.” quando de Armas terminou a gravação de Knives Out, ela diz que recebeu uma ligação de Fukunaga, que disse a ela que partes do filme de Bond seriam gravadas em Cuba e “ele queria escrever algo para mim.”

Ser parte de uma das maiores franquias cinematográficas na história do cinema — e uma das mais discretas — trouxe desafios. Rumores vazaram, tanto verdadeiros como falsos (por exemplo, de Armas diz que rumores que foi contratado um coach de intimidade para suas cenas com Craig são falsos). Tudo que as atrizes falam sobre o filme viram manchetes — e elas não podem falar muito. No lobby do Charlotte Street Hotel, de Armas começa a falar sobre Paloma, e então fica nervosa. “Eu não sei quanto posso lhe contar sobre ela,” ela diz. Após cinco meses, apenas os nomes de suas personagens forma oficialmente confirmadas, apesar de quando pressionadas, ambas atrizes divulgam um pouco mais do que já era previamente conhecido.

“[Paloma] é uma personagem que é muito irresponsável,” diz de Armas. “Ela tem essa animação de alguém que está empolgada por estar em missão, mas ela brinca com essa ambiguidade — você realmente não sabe se ela é realmente treinada e a parceira preparada para Bond.” Claro, de Armas está correndo por ai de belos vestido e saltos altos (“Ninguém pode te treinar ou te preparar para aquilo,” ela diz), mas adiciona que “cérebro e aparência são iguais dessa vez. Ela é muito inteligente. Ela ajuda Bond a passar por certas coisas que ele não conseguiria sozinho.”

Por enquanto, ambas atrizes continuam ocupadas até elas irem para a tour mundial promocional na estreia do filme.

A biopic de Marilyn Monroe, Blonde, de De Armas, de Plan B e Netflix, ainda não tem data de estreia. “Não é o que eu acho que as pessoas acham ou já viram de Marilyn,” ela diz. “É um lado bem profundo, cru, escuro da mesma história que achamos que conhecemos — atrás dos sorrisos e do glamour.” Ela vai direto do set de Bond para Nova Orleans para filmar o suspense erótico da New Regency, Deep Water, com Ben Affleck. Ela diz, com um sorriso distorcido, “Então talvez eu durma ano que vem, algum dia.”

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

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SCANS > 2019 > THE HOLLYWOOD REPORTER

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PHOTOSHOOTS > 2019 > THE HOLLYWOOD REPORTER

10.25

Ana de Armas foi fotografada no set de “Blonde” na Califórnia. Confiram todas as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Candids > 2019 > 05.10 – Nos bastidores de ‘Blonde’ na Califórnia

10.25

MARAVILHOSA! Ana de Armas será a capa da edição de novembro da C Magazine. Além do ensaio exclusivo, a atriz também concedeu uma entrevista à revista. Confira a matéria completa traduzida:

ANA DE ARMAS ESTÁ CONQUISTANDO HOLLYWOOD EM TEMPO RECORDE

Com o último episódio de 007 e a biopic de Marilyn Monroe da Netflix no horizonte, a estrela nascida em Havana está bem no seu caminho em se tornar um nome familiar.

“Eu nunca pensei que eu seria uma Bond Girl. Eu nunca pensei que que seria a Marilyn Monroe,” nos conta a atriz de 31 anos Ana De Armas. “Sequer pensar que eu iria trabalhar com alguma coisa pra início de conversa era forçar. Mas ao mesmo tempo, eu acho que meio que sabia [que poderia acontecer] porque é por isso que me mudei para L.A. Alguma coisa dentro de mim sabia que eu seria capaz de fazer.” A prova desse conceito não demorou muito para se manifestar. Há apenas 5 anos que de Armas se mudou para Hollywood de Madrid – na época, ela mal falava Inglês.

“Tudo sobre interpretar Marilyn Monroe foi empolgante e inspirador e aterrorizante” confessou De Armas.

Ela já teve performances significantes que ajudaram a impulsionar sua carreira como em War Dogs (2016) e Blade Runner 2049 (2017), mas no curto tempo, de Armas pairou ao estrelato. Primeiro em Knives Out que estreia do outono, um mistério de assassinato estrelando Daniel Craig, Chris Evans e Toni Collette, e dirigido por Rian Johnson de Star Wars: O Último Jedi. Ela logo será mandada para Nova Orleans para filmar o suspense erótico Deep Water de Adrian Lyne, baseado num romance por Patricia Highsmith, junto a Ben Affleck. Abril trará a estreia de No Time To Die, também conhecido como Bond 25, onde ela interpreta, sim, a nova Bond girl. Também em 2020, ela aparecerá como uma das estrelas mais icônicas da América na biopic da Netflix de Marilyn Monroe: Blonde. baseado no romance de Joyce Carol Oates.

De Armas cresceu em Havana. Seu pai, Ramon, trabalhava como professor e estudou filosofia na Rússia, e sua mãe, também nomeada Ana, trabalhou com recursos humanos; seu irmão, Javier, é fotógrafo. Quando adolescente, ela decidiu que queria ser atriz, e com 14 anos começou a estudar na Escola Nacional de Teatro de Cuba. Depois de estrelar em poucas produções Cubanas-Espanholas, ela deixou seu país natal com 18 anos para Madrid com apenas 200 euros. Ela foi quase imediatamente elencada para uma série televisiva, fez vários filmes espanhóis, e então, com 25, de Armas decidiu que era hora de arrumar as malas e partir para Los Angeles.

“Eu não estava ficando entediada, mas eu queria algo novo e diferente. Eu queria inspiração em outro lugar,” Ela diz. “Quando eu tenho isso em minha cabeça, não há nada que possa me parar. Mas eu nunca pensei que trabalharia tanto assim.”

Apesar de sua determinação, em seus primeiros dias na Califórnia, de Armas mal conseguia se comunicar com seus agentes e empresários, imaginem então ter conversas brilhantes e animadas com produtores de filme e diretores de elenco. “É claro, você consegue imaginar como aqueles eram,” de Armas se recorda secamente. Em certo momento, ela diz que o diretor de elenco falou para ela, “Bom, nos falamos de novo em alguns anos.” Tradução: Eles poderiam se conectar de novo quando ela falasse Inglês melhor. “E eu respondi, ‘Não, nos falaremos em dois meses.’ E ele começou a rir e disse, ‘Você está doida, você não consegue.’ Mas em dois meses eu já estava fazendo audições para ótimos filmes.”

“Eu estou boa quando estou trabalhando. É onde me sinto mais feliz”, disse Ana de Armas.

Isso é tudo que de Armas queria: “Nem sempre pegar os papéis, mas apenas poder estar na sala. É isso que me anima. Na verdade ter a oportunidade de estar na sala com diretores que eu realmente, realmente quero trabalhar. Eu estava dizendo coisas que eu nem sabia o que estava dizendo mas eu estava ali. Era isto. Sempre fui pontual, e estava na sala fazendo a audição.”

De Armas reconhece que os processos de audição são, pra colocar suavemente, “estranhos,” mas ela gosta. É uma conversa. “É um dia particular por dois minutos,” ela adiciona. “Eles não sabem o que está acontecendo na sua vida. Você talvez esteja triste ou feliz, doente ou com febre. Eu até já fiz uma audição com o meu cachorro na sala porque eu iria direto ao aeroporto. Mas eu apenas gosto de ir na sala para que eu possa ser uma pessoa.”

Talvez o molho secreto de de Armas não seja sua determinação, mas seu autêntico caráter depreciativo. “Eu não sou boa em entrevistas,” ela diz. “Eu não sou boa em mídias sociais.” (Na verdade, ela tem 1.5 milhões de seguidores no Instagram, mas quem está contando?) “Eu sou boa no set, sou boa quando estou trabalhando. É quando me sinto mais feliz, quando eu estudo e me preparo. O ramo de filmes e a indústria não são onde minhas forças estão.”

Estudo e preparação foram integrais para a produção de Blonde, que também contém Adrien Brody (como Arthur Miller) e Bobby Cannavale (como Joe DiMaggio). “Eu trabalhei no sotaque por um ano inteiro,” de Armas diz. “Eu tinha a responsabilidade de retratar ela e a vida dela do melhor jeito possível. Tudo sobre isso foi estressante, e tudo sobre isso foi animador e inspirador e aterrorizante.” Gravar cenas em Malibu com a peruca e maquiagem, a semelhança de de Armas com a estrela bombshell dos anos 50 que estrelou em Some Like it Hot é assombrosa, uma completa transformação para o papel e 180º de Blade Runner 2049.

Pulando das filmagens de Blonde para Bond foi “uma transição muito estranha,” ela adiciona. “É tão diferente… Eu nunca fiz um filme de ação, e eu devo ter subestimado o que esses tipos de filme são, mas eu devo dizer que estou muito impressionada,” de Armas diz. “Cara, é muito difícil. O treinamento, ser autêntica a esse tipo de filme, ao tom. Tudo demora tanto, toma a sua energia, quando você está esperando, tudo cai. E de repente você está no set e tem que começar a matar pessoas ou dar uma porrada nelas. E é com salto alto!”

Ajuda ter os diálogos escritos por Phoebe Waller-Bridge, que foi chamada para amplificar o filme. “Eu fui sortuda, todas as minhas cenas foram escritas por Phoebe” de Armas diz. “Meu diálogo e a energia da minha personagem realmente se concluem como Phoebe se conclui. A mulher que estou interpretando é diferente [das antigas Bond Girls]. Tem alguma animação nisso. É refrescante e animador.”

Sobre a visita ao Estúdio Pinewood perto de Londres numa tour com o diretor de Bond, Cary Fukunaga, de Armas diz, “Eu entrei no escritório e Cary estava tendo uma reunião com os roteiristas e Phoebe estava na reunião. Eu nunca corei tanto. Eu mal conseguia falar. Ru apenas fui ‘Ai meu Deus, Ai meu Deus, eu te amo, eu te amo, eu quero ser sua amiga!'” Elas ainda não são BFFs, porém. “Quem sabe um dia,” de Armas diz rindo.

Outro momento ‘me belisque!’ seria trabalhar com o famoso diretor espanhol Pedro Almodóvar, que ela ainda não conheceu. “Isso seria um sonho,” ela diz. “Ele é uma lenda. Ele é incrível. Agora eu sou uma Bond girl, mas eu adoraria ser uma Almodóvar girl. Eu faria uma audição pra ele com certeza.”

A realidade é, como a maioria das histórias de sucesso de Hollywood existentes, a sua ambição geralmente atrapalha em todo o resto. “Estou sentindo saudades dos meus amigos e minha família e minha casa, mas a vida continua, e eu quero ver que oportunidades estão por vir.”

Fonte | Tradução – Equipe Ana de Armas Brasil

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SCANS > 2019 > C MAGAZINE

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PHOTOSHOOTS > 2019 > C MAGAZINE

09.24

Ana foi fotografada no set de “Blonde” nessa segunda-feira (23) em Los Angeles, confira:

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Candids > 2019 > 23.09 – Nos bastidores de ‘Blonde’ em Los Angeles, Califórnia

Ana de Armas Brasil is a non-profit fansite, completely unofficial, and has no affiliation with Natalie Dormer herself or anyone around her. All media are copyright to their respective owners, no copyright infringement is ever intended. If there is anything on this site you'd like us to take down, please contact us.