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Archive from 'Fotos'



Ana é confirmada no elenco de “Bond 25” + Photocall na Jamaica
04.26

Mais um projeto! Ana de Armas foi confirmada no elenco de “Bond 25”, o 25º filme de James Bond. Após ser anunciada no cast, a atriz compareceu no evento de anuncio do elenco do filme que aconteceu em Montego Bay, na Jamaica.


“Uma calorosa recepção à Ana De Armas que se junta ao #BOND25”

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PHOTOCALLS > 2019 > 25.04 | PHOTOCALL DE ‘BOND 25’ EM MONTEGO BAY, JAMAICA


(mais…)

Bastidores do ensaio para GQ México
04.11

Confiram os bastidores do ensaio fotográfico para à GQ México:

CORAZÓN: Novo projeto de Ana de Armas ganha data de estréia, pôster e trailer
04.09

Finalmente! Meses atrás, Ana de Armas participou de um projeto secreto, e, até então, não sabiamos nenhuma informação sobre o mesmo. Mas, para nossa felicidade, o filme foi um dos indicados ao Tribeca X Award, do Tribeca Film Festival.

Além da estréia no festival, “Corazón” será lançado na internet no dia 23 de abril.

Os homens que pagam pelo corpo de Elena Ramirez não sabem que ela está morrendo. Com nada a perder e uma família que precisa dela para viver, ela decide deixar Santo Domingo e seguir o único médico que lhe dá esperança em uma viagem quase impossível para Nova York. Corazón, um filme surpreendente baseado em uma história real, apresenta o ator indicado ao Oscar Demian Bichir, a atriz Ana de Armas e é dirigido por John Hillcoat.

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FILMES > CORAZON > PÔSTERS

Ana fala sobre o movimento #MeToo, sua vida em Cuba e mais em entrevista à GQ México
03.27

DEUSA! Ana de Armas é a capa do mês de abril da GQ México, e além de um ensaio maravilhoso, a atriz concedeu uma entrevista para a revista. Leia e confiram as fotos:

Atravessar o Paseo del Prado e a Avenida del Puerto é um dos pontos-chave de Havana. Quando chego lá, o tempo praticamente pára. Em frente, o icônico Capitólio, que se ergue entre edifícios antigos para se estabelecer como o coração da capital cubana.

À esquerda, a baía, com suas dezenas de cruzeiros que chegam todos os dias carregados de turistas ávidos por rum, tabaco e festa. Atrás, o mar, a vários quilômetros de distância, se funde com as águas da Flórida. E à direita, o famoso Malecón, lotado todas as tardes por moradores e visitantes, que chegam a este ponto para admirar o pôr do sol enquanto os sons emanam de um bar, uma casa ou qualquer carro que passa da Havana Velha ao bairro do Vedado. Visto desta forma, as razões pelas quais Ana de Armas considera essa parte como seu lugar favorito em sua cidade natal são bem compreendidas. “Meu lugar favorito em Cuba é Havana, e meu canto favorito da capital é o Malecón”, ela me conta entre risadas e com uma óbvia nostalgia em sua voz. O anseio está aumentando quando pergunto como foi crescer na ilha. “Eu tive uma infância muito divertida, espontânea, real e livre; mas também muito alerta do que estava acontecendo ao meu redor. Quando criança, você está ciente das situações políticas e sociais que ocorrem no país e no resto do mundo”, ela diz. “Cuba ainda é minha casa. Não importa quantos anos eu esteja fora, o quão ocupada estou, o pouco que consigo me comunicar com minha família ou amigos sempre será minha casa.”

O que você mais sente falta, além da família?
A comida (risos).

Ropa Vieja e Moros y cristianos? [Pratos típicos de Cuba]
Exatamente (risos). Devo confessar que às vezes preparo feijão preto, mas sinto falta do tempero e todo o ritual em torno da cozinha. Você vai para a casa de um amigo, joga dominó, enquanto prepara a comida, bebe uma cerveja e coloca alguns discos de salsa para animar a noite.

Nascida em 30 de abril de 1988, Ana diz que foi justamente todo o contexto em que sua infância foi passada que desencadeou seu amor pelo cinema e, mais tarde, seu desejo de se dedicar à atuação.

“Desde que eu era criança, participei de projetos de vizinhança, fizemos canto e dança. Aos 13 anos, comecei a contar aos meus pais que queria ser atriz. Assistimos a muitos filmes em casa. Lembro-me de ver cenas e depois correr para o espelho para repeti-las.”

Que filmes você reinterpretou? Alguém em particular marcou você?
Eu lembro de atuar muitas sequências do Titanic (risos). Especialmente aquele em que Jack está morrendo e ela não pode gritar porque sua voz está sufocada pelo frio. ‘Jack, Jack’… Sim, repeti isso várias vezes. Que vergonha! (e ela solta uma risada).

Não se preocupe, todos nós refizemos cenas de Titanic em algum momento de nossas vidas…
Sim, não é verdade?! Então não vou mais sentir vergonha.

Assim que alcançou a maioridade, Ana decidiu recolher todas as suas economias e comprar uma passagem para a Espanha, com um objetivo em mente: realizar seu sonho. Nos primeiros anos houve um estágio complicado para a garota cubana, cheia de desafios. No entanto, sua primeira oportunidade não demorou a chegar. Una rosa de Francia (2006), de Manuel Gutiérrez Aragón, foi seu primeiro filme, seguido de alguns projetos para a televisão. Ela foi Carolina Leal Solís, seu papel na bem-sucedida série El internado (2007), que lhe valeu reconhecimento público e popularização além das fronteiras do mediterrâneo. Ao contrário da longa provação que muitos atores tiveram que lutar para conseguir um lugar em Hollywood, de repente e inesperadamente, Ana já estava pronta para conquista-los quando foi contratada por Eli Roth para interpretar uma das duas mulheres sexy que se tornaram o pior pesadelo de Keanu Reeves no filme Knock Knock.

Na carreira de ator, quanto do sucesso é devido à sorte e quanto ao talento?
Eu acho que há sorte na vida. Todos nós temos mais e outros menos. Mas você também tem que cooperar um pouco (risos). Se você realmente quer algo, você deve persegui-lo e ser pró-ativo para chegar lá. Você tem que trabalhar duro e fazer um esforço. Como dizemos em Cuba, as coisas não caem do mato.

Após esta entrada triunfal no cinema, as portas se abriram para a cubana. Exposed (2016), Hands Of Stone (2016), War Dogs (2016) e Overdrive (2017), foram seus projetos seguintes, em alguns destes, teve a oportunidade de trabalhar com atores como Edgar Ramírez, Mira Sorvino, Scott Eastwood e o magnífico Robert De Niro. O começo dessa ótima caminhada veio com a megaprodução de Denis Villeneuve, Blade Runner 2049, continuação de um dos filmes mais icônicos da década de 80.

Na sequência, Ana interpretou Joi, o interesse romântico (e guia espiritual) de K, o personagem de Ryan Gosling. “Todos os envolvidos na produção estavam nervosos porque queríamos estar à altura do primeiro filme. Para mim foi tudo um reto, desde a audição para dar a vida a um papel tão completo fisicamente. Alias, foi a primeira vez em que me envolvi em uma gravação tão extensa. As gravações duraram cinco meses e exigiram de mim um grande trabalho emocional e psicológico. Sabia que era um filme muito grande e isso sempre nos deixa com medo”.

Em algum momento você se sentiu intimidada por estas grandes estrelas de Hollywood com quem você já trabalhou?
Sim. Foram momentos curtos, até mesmo minutos. É algo inevitável, porque trabalhar com essa grandes ícones tem sido um sonho que se tornou realidade. Tem sido sorte de contracenar com pessoas que são mais artistas do que ego e isso me ajudou muito, porque nos instantes de insegurança tenho que ficar mais focada em meu trabalho. Isso me faz sentir igual a eles e isso ajuda.

Com um exército de milhões de seguidores no Instagram e Twitter (Ana_d_Armas) nas costas, este ano a cubana traz embaixo do braço um novo projeto. Trata-se do longa metragem “Three Seconds”, que está nas ordens de Andréa Dia Stefano (Escobar: El paraíso perdido, 2014), e onde compartilhará cartaz com Joel Kinnaman e Rosamund Pike. No filme, ela estará no papel de Sofía, uma mulher forte e poderosa, uma mãe de família que sempre protege seus filhos sem se importar com as consequências.

“Com Joel tenho uma parceria poderosa. Uma espécie de Bonnie e Clyde, juntos até que a morte os separe”, revela. E já que falamos de mulheres valentes, De Armas está convencida de que é necessário que as atrizes sigam criando a voz e que Hollywood abram as portas necessárias para terem mais representação feminina em grandes filmes, pois “como atriz, chega um momento em que quer crescer e fazer outras coisas, contas histórias diferentes. Ainda tem muito a se fazer, é um tema que ainda está em estado de letargia”.

Qual é sua postura em relação ao movimento #MeToo? Você apoia as mulheres que estão falando para denunciarem os abusos?
Eu estou com as mulheres que têm falado e também com aquelas que ainda não falaram. Como mulher, defendo o direito de contar ou não algo tão íntimo e horrível. Alias, nem todas reagimos da mesma maneira, cada uma reage de uma forma. Nem todas vamos à manifestações, nem todas temos a capacidade de tornamos líderes de um movimento; mas temos outros modos de fazer este trabalho social, começando pela educação e pela família.

Fonte | Tradução – Equipe ADABR e Yasmim

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SCANS > 2018 > GQ MÉXICO

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PHOTOSHOOTS > 2018 > GQ MÉXICO

Ana é destaque na nova edição da Vera Magazine
01.30

DEUSA! Ana esta na capa da edição de fevereiro da revista Vera. Vejam as imagens na galeria:

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SCANS > 2018 > VERA MAGAZINE

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PHOTOSHOOTS > 2018 > VERA MAGAZINE

Ana de Armas posa para o fotógrafo Greg Williams
01.11

Ontem, 09, Ana de Armas realizou um ensaio intimista com o famoso fotógrafo de celebridades Greg Williams. Confiram todas fotos em nossa galeria:

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PHOTOSHOOTS > 2018 > GREG WILLIAMS

BLADE RUNNER 2049: Nova foto de Ana nos bastidores do filme
01.09

Adicionamos uma foto inédita de Ana de Armas e o diretor Denis Villeneuve nos bastidores de “Blade Runner 2049”. Confira:

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FILMES > BLADE RUNNER 2049 > BASTIDORES

Ana de Armas é capa da revista “Gotham”
11.20

MARAVILHOSA! Ana de Armas é a capa do mês de dezembro da revista “Gotham” (que contém edições em outros locais como: Michigan Avenue e LA Confidential). Confiram os scans e os bastidores do ensaio legendado:

E fiquem ligados no ADABR porque a entrevista completa será postada em breve!

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Scans > 2017 > Gotham Magazine

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Scans > 2017 > Michigan Avenue

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Scans > 2017 > LA Confidential Mag

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Photoshoots > 2017 > Gotham Magazine

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Screencaps > Photoshoots > Gotham Magazine (2017)

Ana de Armas e Sylvia Hoeks para o site Cinema Café
11.11

Durante sua passagem pelo Japão, Ana realizou um ensaio fotográfico para o site Cinema Café ao lado de sua co-star Sylvia Hoeks. Veja as fotos na galeria:

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Photoshoots > 2017 > Cinema Cafe

Entrevista ao site La Vanguardia
10.16

Leia a entrevista de Ana para o site espanhol La Vanguardia:

Que relação tem com o Blade Runner original?
Vi o filme quando era criança, eu tinha nove ou dez anos. Ainda vivia em Cuba e não entendia nada. Já maior de idade vi novamente. Quando soube que faria parte da continuação de um filme tão icônico, não conseguia acreditar. Estava muito entusiasmada, mas tudo acabou sendo bem inesperado, porque não sabia o caminho nem qual era o personagem. Mantiveram um segredo absoluto desde o início, assim o maior atrativo para mim eram as pessoas com quem ia trabalhar e ser parte da história do cinema. Muitos diretores e produtores notaram meu sotaque, mas para Denis era uma qualidade que trazia algo especial ao papel.

Alguma vez imaginou que trabalharia com Harrison Ford?
Claro que não. Em Cuba cresce pensando que o tem é tudo o que precisa e deve estar satisfeito com isso. Mas eu sempre fui muito curiosa e por que não dizer? ambiciosa, e me questionava o que mais podia fazer. E logo me perguntava que artistas iria conhecer e com quem teria a oportunidade de trabalhar. Mas nunca sonhei com Harrison Ford porque me parecia totalmente impossível.

Como foi a experiência de trabalhar com ele?
Ele soube sobre mim quando foi visitar Ryan Gosling, que fazia uma cena em que havia um cartaz gigantesco de Joi nua. Mas quando o conheci pessoalmente eu estava vestida. E foi algo muito normal. É um ator incrível, que presenciei em filmes desde que era pequena e foi bastante surreal. Em momentos me sentia um pouco intimidada porque temos essa ideia de que não podemos nos aproximar de nossos ídolos, mas Harrison foi muito amável comigo, muito cálido e divertido. Tem um senso de humor muito especial e não para de fazer piadas.

Foi muito complicado conseguir o papel?
Foi um processo de três partes. Levou uma semana, mas eu a vivi como se fosse um mês. A primeira audição não foi com o roteiro do filme, tive que ler uma cena de Ex machina, o que foi bem confuso porque não sabia nada do papel e Joi é muito diferente de Ava em Ex machina. Por sorte a diretora de casting, Francine Maisler, me explicou algumas coisas e creio que me saí bem. Na segunda audição fiz duas cenas do filme, mas segui sem ter nenhuma informação sobre quem era ela ou que relação teria com Ryan. Não senti que questionaram minha capacidade de atuar, vi em Denis um diretor que utiliza um processo muito criativo para encontrar a pessoa correta para fazer o papel.

Foi difícil trabalhar com Villeneuve?
Denis é um diretor muito grato. Nunca aconteceu de aí terminar uma filmagem o diretor vir me dizer: “muito obrigado por tudo o que fez”. Vindo dele foi um grande cumprimento. E aconteceu algo parecido na audição, quando ninguém sabia se iam me dar o papel ou não. Por isso mesmo sem essa resposta fui para casa sentindo que já havia trabalhado com Denis.

O que acredita que te ajudou a conseguir o papel?
Acredito que ele procurava uma mulher real. Pela forma que vejo as coisas, pelas experiências que tive na vida, tenho um olhar muito diferente e sou muito mais discada e aberta às emoções. Joi foi desenhada para satisfazer as pessoas de uma maneira muito concreta mas essas não são as necessidades que K tem. Ele a usa de um modo muito diferente, em um sentido emocional. Ela tinha que ser a namorada que um homem quer encontrar quando volta para casa, que te espera no sofá, que sabe como conversar, sabe o que pensa antes que diga e que sabe o que sente.

Foi feito algum pedido especial?
Na terceira audição Denis pediu para ficar sozinho comigo. Fechou a porta e me disse que havia duas coisas que precisava me dizer antes de avançar o processo. Me explicou que havia cenas em que teria que ficar nua, que devia estar disposta a tirar a roupa. E logo me disse também que ia precisar que cortasse o cabelo, que escurecesse e fizesse uma franja. Sempre tivemos uma relação muito íntima, na qual não houve dramas nem problemas. Eu disse para ele que se me contratasse ia ser a última pessoa com quem teria que se preocupar.

Notou alguma mudança da indústria com você depois desse último filme?
Não, eles têm que assisti-lo. As pessoas têm muita curiosidade por Blade Runner 2049 e às vezes sinto que é como se só tivesse feito isso e minha carreira na Espanha e em Cuba não tiveram muita visibilidade aqui. Desde que me mudei para Los Angeles há três anos e meio sinto que tive que começar do zero e me apresentar aos produtores e diretores como se jamais tivesse atuado.

Quando foi a última vez que esteve em Cuba?
Mês passado. Vou quando posso. Há anos em que só pisos ir uma vez porque estou trabalhando. Esse ano já fui quatro vezes. Em alguns âmbitos Cuba mudou muito, em outros, nada. Mas há coisas acontecendo, particularmente com a juventude e quero ser parte disso. Estou perdendo muitas coisas da minha família e de meus amigos e não quero que continue passando. Gostaria de voltar e viver ali.

Se foi antes de que fossem restabelecidas as relações diplomáticas com os EUA. O que mudou com essa abertura?
Não muito. Creio que esta ideia de que houve uma abertura não é muito apropriada porque não é certa. Voos direitos entre Cuba e os Estados Unidos não significam que as coisas mudaram. Para os cubanos tudo segue igual, particularmente para a claras reanalisada. O governo é o mesmo. As pessoas seguem sem ter informação e sem acesso à internet, para não saberem o que se passa no mundo. Mas é certo que quando me fui com 18 anos, lá se sabia muito pouco sobre o resto do mundo e agora há lugares onde os jovens conectam-se à internet, sabem o que é Instagram e podem ler notícias e ver revistas. O resto segue igual a quando eu estava ali.

Como conseguiu ir pra Espanha?
Meus avós maternos eram espanhóis e eu tinha o passaporte. Quando cresci, não tínhamos nenhum parente ou amigo em Miami. Espanha era minha única opção e para ali fui com 18 anos. Era a única maneira se sair de Cuba. Por sorte tudo saiu muito bem para mim e não parei de trabalhar nos 8 anos que passei na Espanha. Mas acabei indo embora pela mesma razão que sai de Cuba. Queria algo mais. Me interessava estar em um lugar onde teria mais oportunidades. Espanha estava em plena crise e os filmes que estavam sendo feitos ali mão me motivavam. Por isso fui para Hollywood.

Quais filmes e séries de televisão a inspiraram na decisão de ser atriz?
Para ser sincera, em nenhum momento disse de forma consciente que queria ser atriz e também não havia uma atriz que queria imitar. Mas me interessava o meio. Se estava vendo um filme na televisão e via uma cena que gostava, não me importava que fosse homem ou mulher, corria até o espelho e imitava. E logo voltava só sofá para continuar vendo o filme. Eu venho de uma família muito humilde. Não tínhamos aparelho de vídeo ou de DVD, mas um vizinho tinha. Uma vez estava vendo um filme, creio que era Matilda, e quando voltei para casa repeti todo o filme para meu irmão que não havia visto. Sempre estava imitando as cenas mais emotivas dos filmes que gostava.

Fonte | Tradução – Larisssa F.

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