Categoria: Galeria

FOTOS E VÍDEOS: Conferência de “Blade Runner 2049” em Berlim

Hoje, 18 de setembro, aconteceu uma conferência de imprensa de “Blade Runner 2049” em Berlim, Alemanha.

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Conferências e photocalls > 2017 > 18.09 – Conferência de Blade Runner 2049 em Berlim, Alemanha


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FOTOS E VÍDEO: Photocall de “Blade Runner 2049” na Alemanha

Dando continuidade a divulgação de “Blade Runner 2049”, Ana participou de um photocall do filme em Berlim, na Alemanha. Confira fotos e um vídeo:

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Conferências e photocalls > 2017 > 17.09 – Photocall de Blade Runner 2049 em Berlin, Alemanha

CANDIDS: Nova Iorque e Berlim – 15 e 16 de Setembro

Sexta-feira (15) e sábado (16) Ana foi fotografada em Nova Iorque e Berlim. Vejam fotos na galeria:

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Candids > 2017 > 15.09 – Em Nova Iorque, Estados Unidos

Candids > 2017 > 16.09 – Em Berlim, Alemanha

SCANS: Ana nas revistas Esquire, Marie Claire e Vogue

QUE MULHER! Ana de Armas estará na edição de outubro das revistas Esquire, Vogue RU e Marie Claire. Os scans já estão na galeria:

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Scans > 2017 > Esquire

Scans > 2017 > Marie Claire

Scans > 2017 > Vogue Russia

Photoshoots > 2017 > Marie Claire USA

 

FOTOS E VÍDEOS: Desfile do Oscar de la Renta no New York Fashion Week

Ana marcou presença no desfile do estilista Oscar de la Renta ontem (11) no NYFW. Confira fotos e vídeos:

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FOTOS: Evento da Harper’s Bazaar em Nova York

Sexta-feira, 08, Ana compareceu a festa promovida pela Harper’s Bazaar no New York Fashion Week. Veja fotos:

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Eventos e premiações > 2017 > 08.09 – Festa da Harper’s Bazaar no New York Fashion Week

Apresentação de “Blade Runner 2049” no México

Quinta-feira passada (07), Ana voou para o México para promover “Blade Runner 2049”. A atriz participou de uma apresentação e um Q&A sobre o filme, vejam fotos dela nos eventos:

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Fotos de Fãs > 2017 > 07.09 – Apresentação e Q&A de “Blade Runner 2049” no México

“Los Angeles é uma cidade surrealista e superficial”, Ana fala sobre sua carreira mais em entrevista à Mujer Hoy

Confiram os scans, photoshoot e entrevista completa de Ana de Armas para a revista Mujer Hoy:

É o único rosto feminino no elenco do cartel de Blade Runner 2049. Uma imagem que fala mais que mil palavras sobre o que poderia ser sua nova posição em Hollywood: entre Ryan Gosling e Harrison Ford. Ambiciosa, disciplinada, sensível e rigorosa, os traços físicos e personalidade dessa atriz hispano-cubana a converte em uma pessoa única de sua espécie. Uma interprete sem medo dos riscos, que está a ponto de comprar mais uma etapa de sua carreira com esse filme.

Nada da planta do Hotel Arts lembra a asfixiante e tenebrosa atmosfera de Blade Runner. Do outro lado da janela de vidro, é o Horizon transparente: o porto Olímpico, o Mediterrâneo, o céu azul. Tudo brilha, mas também, lembra muito o século XX. Como um poster de Barcelona em 1992. O ano de Cobi. O ano em que esse hotel foi inaugurado. O ano do luxo que sonhamos (e que se tornou realidade).

O primeiro Blade Runner estreou em 1982 e foi um fracasso de bilheteria por causa de E.T., mas os anos o converteram um em fenômeno oculto. A história dos robôs – idênticos aos humanos – angustiados por sua data de validade em um hipotético 2019, mas nós já chegamos em 2017 e os carros não voam e nem os androides ficaram imortais. Continuamos sendo os mais preparados e angustiados da Terra. Um breve alívio.

No saguão 42, a imprensa internacional foi convocada para a apresentação das três apostas da Sony para essa temporada: Jumanji 2, o novo Homem-Aranha e Blade Runner 2049. Três sequências que evidenciam o medo da indústria por lançar no mercado um produto de uma marca já conhecida. Os roteiristas não ficam sem novas idéias (até mesmo para a tv) e Hollywood confia no Terror como as famílias confiam no domingo para sobreviver. Porém, Blade Runner 2049 chega aos cinemas em 6 de outubro buscando outro tipo de público: aquele que traz consigo o prestígio de cinéfilo, a ficção científica filosófica, a nostalgia e mais uma vez, a distopia apocalíptica que esse gênero (tão próprio na era Trump) nos avisa que o novo futuro pode se tornar um pesadelo.

Nós sabemos muito pouco sobre Blade Runner 20149. Nós sabemos que o protagonista dessa nova história também é um blade runner (um caçador de replicantes) chamado K e interpretado por Ryan Gosling; no filme também aparece Harrison Ford (em sua ano de repescagem: pilotou o Halcón Milenario e acaba de anunciar que também voltará com Indiana Jones). Harrison Ford encarnará o novo solitário e sentimental Rick Deckard, seu velho personagem, que fica 30 anos desaparecido e a pessoa que K tem que encontrar, porque, por algum motivo, é a chave para a sobrevivência da humanidade.

O vilão do filme, o criador de replicantes, é Jared Leto (um papel que o genial diretor Denis Villeneuve, queria para David Bowie); e também sabemos que Joi, a personagem interpretada pela atriz cubana-espanhola, é o interesse amoroso do protagonista. Explicamos quem: Ana de Armas. “Joi é muito completa, muito forte, passional é muito real. Desde sempre foi muito importante na vida de K. É sua amiga, sua amante, seu apoio e quem o anima a fazer o que ele tem que fazer, isso você sabe é o resto eu não posso falar”. [Risos] Por que essa insistência em dizer que Joi é real? Ela é uma replicante?, Pergunto-lhe. “Você sabe que eu não posso responder, mas eu adoraria”. Aos seus 29 anos, Ana de Armas faz parte de um filme que, mesmo decepcionando, será parte da história do cinema. Aliás, é a primeira mulher que aparece no elenco (feito por Robin Wright) e a única a promover o filme.

Uma cubana em Hollywood

Como você fez isso? São fatos, claro, conte uma versão resumida: “Fiz três audições em poucos dias. Meus agentes conseguiram me colocar lá, depois de muita insistência. Tive química com Ryan. Eles gostaram”. É isso que ela conta durante a mesa redonda com vários jornalistas estrangeiros no saguão 44, com seu vestido Altuzarra rosa, seu rosto angelical, cabelo californiano e seu inglês quase sem sotaque. Sempre repetia com mais insistência a frase “você sabe”. Então, assim que ela sai da sala, um jornalista britânico diz com certa exasperação: “Meu Deus, quantas vezes essa menina é capaz de dizer ‘Você sabe’?”. E alguns riam achando graça. Flutua no ar um certo descontentamento. Eles a estão subestimando, mas porque? Por ser jovem, por ser cubana, por ser sincera, por ser mulher ou por ser muito bonita?

Ana de Armas tem 29 anos, está apenas há três anos em Los Angeles e já conseguiu ser eleita pela revista Variety como uma das 10 atrizes jovens em ascensão. Aliás, ela tem agentes muito bons, compartilha a mesma estilista com Meryl Streep y Lupita Nyong’oMichaela Erlanger – e está nas festas com os elencos que importam. Outros pontos ao seu favor? Ela já está longe de seu país desde os 18 anos, por isso não carrega lealdades incomodas (nada de namorado, nada de família e nem representantes), conserva a disciplina da escola cubana onde se formou, e tem uns tacos que se encaixam no paradigma de beleza atual: européia e latina, ao mesmo tempo, etnicamente ambígua, com seus olhos enormes de cores dourados, que nos lembra proporções de mangas japoneses. No entanto, sua história pessoal é interessante, ela é a única atriz nascida em Cuba de Castro que chegou a trabalhar em Hollywood. Agora só o que falta… É tomar as decisões adequadas. Ela é consciente. Não quer dar um passo em falso.

Após a intensa gravação em Budapeste (os cinco meses de Blade Runner 2049, em cenários reais construídos para o filme, sem cenas com croma) leva um tempo para deixar o impasse que a deixa nervosa. “Rejeitar as propostas que chegam para mim tem sido as decisões mais difíceis de minha vida. Tenho medo de responder: “Não, não estou trabalhando em nada agora mesmo” quando me perguntam sobre meus projetos. Ainda não encontrei um material que me convença, eu não quero comprometer minha carreira por causa das expectativas de outras pessoas”. Isso foi dito em julho, quando fizemos a entrevista, mas sem algum dias que publicamos as primeiras fotos da atriz na gravação do suspense sueco ‘Three Seconds’, onde compartilha protagonismo com Rosamund Pike (Garota Exemplar).

“Hollywood é um mercado competitivo e selvagem. E, Los Angeles, é uma cidade surrealista e superficial, onde todo mundo busca a mesma coisa e se relacionam buscando algo que possa dar certo. Às vezes é cansativo e já tive momentos em que pensei: “O que eu tenho que as demais não têm?”, Ou ,”Como uma americana faria esse papel?”. Porém, eu aprendi a não me julgar. E tenho me dado conta de que meu ponto forte é, sinceramente, que não existe outra atriz e nem outra pessoa como eu. Que a minha versão é apenas mim. Que tenho que procurar seguindo sendo autêntica e não ter medo de oferecer a minha própria versão do personagem.”

Às vezes, suas colegas espanholas lhe pedem concelhos para cruzar o rio, mas ela diz, que nunca passa de um plano. “O que eu digo é: faça o que queres fazer, faça isso. Porque outro país virá, outra cultura virá, outro amor virá… Mas nada disso acontecerá se não se mover”.

Permissão para cometer erros

É uma mulher de ação, “Agradeço aos meus pais, que, sem saberem, me deram grandes conselhos, me ensinaram a não pedir permissão e nem esperar a aprovação de nada, nem sequer as deles. Sempre confiaram no meu sentido comum e me deixaram tomar minhas próprias decisões. Me deram espaço para errar e poder escolher sem precisar de opiniões. Por isso que confio em mim mesma e na minha intuição”.

Durante sua infância, viveu o rigoroso Período Especial (a crise econômica profunda e de abastecimento que Cuba sofreu por causa do colapso da União Soviética): “Tínhamos luz. Comíamos ovo frito, arroz e, de vez em quando, galinhas”. Ela reconhece que sua família não tinha uma situação ruim, como já havia dito. “Meu pai já trabalhou em tudo o que você pode imaginar, desde vice-prefeito de uma cidade, a gerente de banco, passando por professor, diretor de escola… E minha mãe sempre se dedicou aos recursos humanos. São pessoas muito preparadas e muito cultas, mas pouco falantes. O que eles querem dizer, eles demonstram com os olhos”.

Ana tem um irmão fotógrafo que também está vivendo em Los Angeles e acaba de se mudar para Nova Iorque. “Eu vou sentir falta dele, mas ali é onde estão os melhores de sua profissão e tenho que deixá-lo crescer”. Ama seus pais, mas quando vai para La Habana prefere, fica na casa de uma amiga que teve um bebê. “Sou sua madrinha”. Afinal, ela passou toda vida decidindo onde quer estar.

Quando tinha 14 anos, se apresentou aos testes da Escola Nacional de Teatro e praticamente desde então, tem uma vida independente: “Minha formação foi muito rigorosa. Depois de um teste, eles auditaram cerca de 600 crianças de toda Cuba, nós só tínhamos 12 anos e era inevitável levar a sério. A educação era grátis, mas se não fosse aprovado em um semestre, eles te expulsavam. Ensaiávamos sozinhos, assim que desde os 14 anos aprendemos o que significa ser ator: ter respeito, ser pontual, o que é trabalho em equipe, fazer seu próprio cenário, porque todos nós tínhamos que fazer nossas casas a construindo com madeiras, pregos e martelos. Aprendi com Lorca a fazer uma cadeira. Aquela escola me ensinou ser quem eu sou como pessoa e como profissional”.

Jogar o jogo

Aos 16 anos, protagonizou seu primeiro filme, ‘Una Rosa de Francia’, de Manuel Gutiérrez Aragón; com 18 anos, veio Espanha e em uma semana conseguiu um papel protagonista em uma das séries adolescentes mais importantes do final dos anos 2000, ‘El internado’, que foi um fenômeno de fãs. Durante a sessão de fotos para Mujer Hoy – maquiada, vestida de Loewe, transformada, imponente, mas sem perder a áurea de sua fragilidade –, lhe pergunto o quanto pesa a beleza na carreira de uma atriz. “Ultimamente, muito. Porque parece que tudo se resume sobre o quão bonita você é, o quão bela sai em uma foto, o quão bela está no Instagram. Tudo é aparência…”.

“Quando fazia teatro, o trabalho era tão artesanal é tão cru, que isso era o de menos. Desde cedo, a professora sempre insistia: “Quantos feia, melhor. Chore até sair pelo nariz, porque um personagem tem três dimensões e você tem que saber todas as caras possíveis”. Não tenho medo de tomar cuidado, mas, curiosamente, durante esses anos nos Estados Unidos, duas ou três filmes acabaram me recusando porque eu era bonita demais para o papel. Isso me doeu muto, porque eram projetos incríveis que eu queria trabalhar. Às vezes parece que ser bonita serve apenas se você quer fazer uma princesa da Disney, mas se você quer outros tipos de papéis, não”. Eu insisto de que beleza abre portas. “Eu não digo que ser bonita não abre portas, mas sim que às vezes algumas não se abrem”.

Em Havana, sua escola de teatro montou “La Casa de Bernarda Alba”, ela era, claro, Adela, com vestido verde e paixões desbocadas; quando um grupo de atores profissionais fizeram uma oficina com Tomaz Pandur em Madrid para trabalhar em Romeo e Julieta, Ana interpretou a protagonista. E é possível que a atriz não queira julgar as princesas, mas seu rosto encarna a doçura de heroínas românticas. É difícil contradizer seu próprio rosto.

A última prova

Em Madrid, na intimidade de um sofá, me conta que a morta repentina de seu maestro, o diretor esloveno Tomaz Pandur, aos 53 anos, foi golpe duro para ela: “Vou te contar algo que ninguém sabe. Que loucura. [começa a se emocionar], Me emocionou. Meu último teste para Blade Runner foi no dia em que Pandur morreu. Eu tinha a audição às 1 da tarde e uma hora antes me ligaram da Espanha para me dizerem que “Pandur morreu”. Eu passei a ficar muito triste e pensei: “Inferno, agora não poderia me concentrar”.

“Quando cheguei, estavam Ryan, Denis e a diretora do elenco. Nunca havia ficado tão nervosa para uma prova, e Denis [Villeneuve] disse: “Venha, vamos começar. Ação”. Mas eu disse: “Me dá um segundo?”. E fui para o canto. Cerrei os olhos e dediquei a audição a Pandur. A verdade é que ele e eu nos conhecíamos muito. Tivemos um amor de diretor e atriz maravilhoso. Ele me ensinou a não perder o frescor, a buscá-lo, o que é muito difícil. Porque, apesar de seus filmes serem ótimos, ele sempre queria que fizéssemos algo simples”. Graças a essa audição, conseguiu o papel. É a mesma cena que aparece no trailer, onde diz a K: “Sempre soube que você era especial”. Na audição, a atriz não sabia de nada sobre o passado de seu personagem e nem de sua identidade. Sempre foi apenas Joi.

Faz anos, desde que disse a Vanity Fair que sempre se apaixonava nos filmes. Eu pergunto se ela superou, e antes de responder ela ri. Ri muito. “Com o tempo, você entende que o que acontece no set não é real. Quando eu era jovenzinha, me apaixonava por todos, mas agora não tenho mais 16 anos. Agora eu sei que é um trabalho, que dura cerca de três a cinco meses no máximo e quando terminei, você volta para o seu mundo real é para os afetos de sempre. Agora posso viver com uma intensidade controlada, mas obviamente trabalhamos com emoção sem te deixar levar…”

Afinal, quem não amaria Ryan Gosling?, pergunto “Claro, quem não amaria Ryan Gosling? [Risos]. Ele é um presente de homem. No último Oscar, quando Emma Stone começou falar sobre Ryan durante seu discurso de agradecimento, eu não parava de pensar: “Concordo plenamente com você, Emma. Por que eu e você não nos reunimos para falar sobre Ryan?”. Ele é um cavaleiro, um homem de família e tem um senso de humor incrível. Durante os cinco meses de gravação, não importava a hora, nem se estávamos cansados, nem trabalhar seis dias ao invés de cinco. Não teve um único dia de gravação que nós não riamos juntos”. Ele cantava como em La la land? “Não, mas nós dançamos juntos”.

Fonte | Tradução – Yasmim

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FOTOS: Evento da Tiffany & Co. em Nova Iorque

Ontem, 06, Ana compareceu em um evento da Tiffany & Co. em Nova Iorque, vejam fotos:

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SCANS E VÍDEO: Ana é capa da revista Tentaciones

Ana é a capa do mês de setembro da revista espanhola Tentaciones. Confira os scans e bastidores do ensaio:

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