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Sucesso! Ana de Armas é capa da nova edição da revista “Porter”. Confiram o ensaio e a entrevista:

De Bond Girl imperfeita para a maravilhosa loira do momento, ANA DE ARMAS está fazendo sua marca em Hollywood com sua determinação e energia – sem mencionar talento. CHRISTINE LENNON passa tempo com a nativa de Havana, falando sobre dever de casa, trabalho duro e a alegria inesperada de se jogar no desconhecido.

Ana de Armas se encontra em um cenário familiar enquanto filmava Sem Tempo Para Morrer, a 25ª obra da franquia James Bond. A atriz cubana viajou até o Pinewood Studios, fora de Londres, que foi transformado em uma réplica quase idêntica ao centro de Havana para o filme.

“Estava completamente congelante, então não me fazia sentir em casa,” de Armas ri, lembrando do set cavernoso. “Mas fiquei impressionada com o quão bonito e realista era. E trabalhar com Daniel [Craig] novamente foi muito bom.”

Sua personagem, a misteriosa agente da CIA, Paloma, está determinada para ser uma nova marca de mulher Bond, descrita como “imperfeita” e “complicada”, que também é cubana. Ela se reúne com Craig – fazendo seu quinto e último trabalho como Bond – que estrelaram juntos em Entre Facas e Segredos, produção de sucesso do ano passado.

De Armas brilhou no filme originalmente escrito por Agatha Christie, mesmo em meio a um conjunto de nomes conhecidos de Hollywood. “Foi incrível,” ela diz sobre a experiência, vestindo um roupão branco e peludo em seu ensaio fotográfico da PORTER enquanto a equipe esperava o sol de Los Angeles emergir detrás das nuvens. Ser nominada ao Globo de Ouro pelo papel foi “surreal”.

“Foi bem inesperado para mim, e obviamente eu estava orgulhosa e honrada. Eu estava realmente nervosa e meio que desejando que eu não ganhasse, para que eu não tivesse que subir no palco. Primeiramente eu pensei ‘O que eu vou fazer lá sozinha com todas essas pessoas?’” ela diz. “Com certeza, eu conhecia Rian [Johnson, o escritor e diretor do filme] e os atores na minha mesa. E aí eu comecei a olhar em volta e eu vi Robert de Niro, com quem eu fiz um filme, e Todd Phillips, com quem eu também fiz um filme. Eu só nunca tinha estado nesse tipo de ambiente com eles. Me fez relaxar um pouco saber que eu não estava sozinha num lugar assustador”.

Entre Facas e Segredos se tornou um sucesso nas bilheterias no final de 2019, e colocou o rosto da atriz em telas o suficiente para garantir que as pessoas não fossem o esquecer. “Tem algo sobre a Ana na tela que instantaneamente ganha a empatia da audiência. Talvez isso tenha algo a ver com seu genuíno bom coração e sua conduta na vida,” diz Johnson, que a escalou como Marta, a cuidadora no centro do filme. “Com Ana, o que você vê é o que você recebe. Ela é muito confiante e confortável como pessoa. Sem brincadeiras, sem drama. Apenas uma mulher legal que é muito boa em seu trabalho.”

Apesar de seu nervosismo no Globo de Ouro, de Armas, agora com 31 anos, não parece ser o tipo que se intimida facilmente. Ela se mudou de Cuba para a Espanha, se tornando uma estrela da televisão com 18 anos, e depois para Los Angeles. Ela apareceu do nada e bateu na porta de Hollywood. Eles responderam, e vem sido um turbilhão de emoções desde então. Esse ano, ela vai adicionar mais cinco filmes ao seu currículo, incluindo sua participação em Bond e sua protagonização na produção da Netflix inspirada em Marilyn Monroe, Blonde.

No tempo em que de Armas era uma adolescente, ela estava estudando na National Theater School, em Havana, e já tinha trabalhado em três filmes locais, mas nunca tinha ficado longe de casa. A renda média em Havana é equivalente a aproximadamente U$30,00 por mês, e vistos de viagem podem ser difíceis de se conseguir, o que faz sair do país um tipo de desafio.

Quando ela descreve sua infância em Cuba, a atriz é cuidadosa em não sugerir que ela foi privada. Reciclar roupas era uma necessidade econômica naquele tempo (ela vestia as roupas usadas de seu irmão durante muitos anos – “a antiga calça do uniforme da escola dele era cortada para parecer shorts”), mas ela diz que isso a ajudou a manter uma perspectiva saudável quando se trata de moda e consumismo. Diz que gosta de se vestir para eventos, mas não passa muito tempo pensando nisso.

“De manhã, eu acordo muito cedo para ir ao set. Eu vejo as lindas botas ou os tênis quando estou decidindo o que vestir, e eu sempre escolho os tênis,” ela diz.

Crescendo em um prédio, ela era cercada de música. “Cubanos não sabem o que são limites muito bem,” ela ri. Eles iriam “ouvir as músicas e festas uns dos outros você querendo ou não”. Entretenimento era limitado a 20 minutos de desenho animado no sábado e matinê de filmes no domingo.

“De algumas maneiras, só fazia ser mais especial,” ela recorda. “Havia um curto tempo para assistir algo. Você sabia que tinha que fazer seu dever de casa e ajudar a limpar a casa a tempo de assistir o filme do meio-dia. Quando você finalmente ficava em frente à televisão, você não queria ser incomodado.”

De Armas tem orgulho da sua herança cubana, mas decidiu que precisava deixar seu país para ir atrás de atuar. “Eu sempre soube o que esperar. Eu sabia as limitações do país, em termos de produção,” diz Ana, “Eu tive que ir.”

Sua mãe, quem trabalhou nos recursos humanos e é aposentada, tinha um passaporte espanhol, e seu pai, também aposentado, estudou na Rússia. Se mudar para a Europa era obviamente o próximo passo. “Então antes mesmo de eu fazer 18 anos, eu disse aos meus pais o que ia acontecer. Eles têm me apoiado tanto, eu fui sortuda. Mas era eu indo até o desconhecido. E eu estava tipo ‘Isso é o que eu vou fazer da minha vida.’ Eu me coloquei no lugar deles e percebo agora o que eles estavam pensando, e o quão assustador deve ter sido.”

Ela chegou na Espanha com aproximadamente U$200,00 em seu bolso e foi escalada para seu primeiro papel dentro de algumas semanas. Sim, seus olhares são inegavelmente impressionantes, e ela possui uma presença que vai além da tela, mas foi seu esforço e talento que impulsionaram sua carreira. Ela trabalhou com alguns diretores do momento: Denis Villeneuve a escalou como a “perfeita” namorada holográfica em Blade Runner 2049 e a deu o papel ao lado de Ben Affleck no primeiro longa metragem de Adrian Lyne em 18 anos, Deep Water, o qual ela está filmando em Nova Orleans.

Com um cronograma agitado, de Armas tem uma companhia que a mantém aterrada: seu cachorro maltês branco, Elvis. Mas ela está considerando onde ela vai ficar quando tiver tempo de desfazer sua mala. Recentemente solteira – ela terminou com seu namorado artista cubano, Alejandro Pineiro Bello no último ano – ela talvez se mude para Nova York para estar mais perto de seu irmão, que mora no Brooklyn. Durante seu raro tempo de descanso no set, ela faz ligações de vídeo com seus amigos de Madrid e lê – mais devagar do que ela gostaria – em inglês. Porém você não vai ouvi-la reclamar da velocidade frenética de seu cronograma. “Quando eu estava morando na Espanha, o trabalho estava se movendo em um ritmo muito lento que eu não estou pessoalmente e artisticamente confortável. Eu fico muito ansiosa e sinto que estou perdendo tempo.”

Enquanto o primeiro filme em inglês de Ana em 2015 – estrelando ao lado de Keanu Reeves em Bata Antes de Entrar, um suspense erótico por Eli Roth – não foi exatamente um clássico, foi o suficiente para a atriz passar uma boa impressão. Na verdade, ela foi chamada para Blonde depois do diretor Andrew Dominik a ver no filme.

“Ela roubou o filme,” eles disseram via um e-mail co-escrito. “Ela é extremamente talentosa. Ela é versátil, esforçada, profissional, linda e amada por todos. Ela tem todos os quesitos de uma estrela global.”

De qualquer forma, de Armas se encaixa no perfil da “próxima grande novidade”. Contudo, sua pesquisa sobre Marilyn Monroe para a tão esperada obra Blonde a tornou profundamente consciente do impacto emocional que esse tipo de atenção pode trazer. “Eu li tudo que pude sobre Marilyn,” diz ela. “Não era apenas sobre transformar fisicamente para o papel, era sobre entender sua vida emocional, o quão inteligente ela era e o quão frágil.”

No fim de 2020, quando todos os seus cinco projetos tiverem estreado nas telas, grandes e pequenas, o destino de de Armas como um nome conhecido pode estar selado. E aqueles que já trabalharam com a atriz, parecem pensar exatamente que assim será.

“Estrelato é um lançamento tão estranho dos dados, e também não necessariamente algo que você desejaria a alguém que você considera um amigo,” Johnson diz. “Mas estou confiante de que Ana tem algo especial. Ela é uma atriz incrível que está fazendo escolhas ousadas nas telas e em sua carreira. Eu mal posso esperar para ver o que ela vai fazer em seguida.”

Fonte | Tradução: Maria – Equipe Ana de Armas Brasil

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